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- O que é a Villa Caeté? Essa pergunta nos chega a todo o instante por telefonemas, em bate-papos, através de E-mails... Pois bem, já trafegamos entre o Folclore e o Erudito; entre o Rock e o Clássico durante quarenta primaveras e sempre nos sentimos incomodados com a situação de pouca ou nenhuma visibilidade dos nossos artistas locais... É indiscutível o dom versátil que transborda em nossas praias e o qual não é absorvido, além dos próprios guetos, pela massa alagoana... O incômodo virou palavras, e elas se transformaram em manifesto. O mesmo, que recentemente foi publicado na revista Salada Magazine, foi escrito em 05 de abril de 2008 e publicado nos sites: sosjatiuca.zip.net e www.carlitolima.com.br , muita gente entendeu a proposta e propagou a idéia que tomou um rumo surpreendente... Os 200 E-mails enviados semanalmente transformaram-se em 3.000... A Corrente Cultural caminha a passos leves, mas seguros... Nova platéia esta sendo configurada, novos leitores estão surgindo... A semente lançada trás novos frutos, já estamos recebendo a relação de diversos eventos, os quais serão divulgados semanalmente pela Agenda da Villa Caeté (quem estiver interessado, pode nos enviar através de E-mail, que incluiremos com o maior prazer – desde que seja de bom gosto, apesar disso ser relativo). É isso, a Villa Caeté é um movimento que convoca a todos, artistas ou não, a propagar, prestigiar e divulgar nossos talentos contemporâneos; devemos promover nossa alagoaneidade guerreira; precisamos buscar nosso verdadeiro sotaque, nosso próprio valor. Para quem tiver paciência KKKKKKKKKK... 1) Mostraremos um poema do nosso livro Ecos da Cidade , o qual nos põe em Xeque diante da nossa proposta existencial.... 2) Para quem não leu: O Manifesto Antropofágico Cultural Alagoano – A construção da Vila Caeté (ao final, citamos alguns nomes os quais pertenciam ao nosso universo até aquele momento da publicação, não se sintam magoados ou ofendidos se não estiverem por lá)... 3) Finalizaremos, com alguns E-mails recebidos na época... Um forte abraço e Viva a Villa Caeté! Maceió, 15 de agosto de 2008. Eduardo Proffa (Morador da Villa)
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Auto-retrato Você é o que você come. Você é o que você sente. Você é o que você bebe. Você é o que você mente. ...nas filas esperando o ônibus ...nas filas esperando o médico ...nas filas esperando, esperando Que o tempo mude. ...nas filas esperando a escola ...nas filas esperando ir embora ...nas filas esperando, esperando Que o tempo mude. Você é o que você ouve. Você é o que você fala. Você é o que você move. Você é o que você cala. ...no trânsito afogado por esmolas ...no trânsito atolado na demora ...no trânsito esperando, esperando Não morrer hoje. ...no trânsito afogado pelo rádio ...no trânsito atolado nos buracos ...no trânsito esperando, esperando Não morrer hoje. Você é o que você grita. Você é o que você canta. Você é o que você xinga. Você é o que você planta. ...nas casas só rezando pelo papa ...nas casas só torcendo pela copa ...nas casas só rezando e torcendo... Que o tempo mude. ...nas casas assistindo a TV ...nas casas, tudo bem, ninguém te vê ...nas casas só rezando e torcendo Não morrer hoje. MANIFESTO ANTROPOFÁGICO CULTURAL ALAGOANO (A construção da Villa Caeté) Há anos estamos vendo a construção cultural alagoana acontecer... Novas vertentes intelectuais brotam com uma produção rica e magnífica, digna de encher os olhos, dando-nos o prazer de mergulharmos em obras magistrais. Apesar disso, ainda somos “ilustres desconhecidos” da grande massa popular. Claro, existem focos isolados de manifestações: Como o teatro alternativo, portais eletrônicos, exposições itinerantes, shows isolados (que na maioria das vezes, são em bares com cachês miseráveis), fórum sobre música, feiras culturais e outros, porém o público é o mesmo, ainda seletivo. Precisamos direcionar mais nossas forças para criarmos público cativo, consumidor da arte caeté. Devemos ter projetos dinâmicos e integrados que levem para o público alagoano lazer, diversão e que sejam de custo mínimo. Quando ouvimos música nas rádios identificamos que o sotaque não é nosso, talvez seja até do nordeste, contudo não é o nosso... Salvo rádios independentes, comunitárias ou rádios que tenham algum cunho educativo; nos jornais não se vê um espaço para divulgação de textos literários de autores alagoanos, com raras exceções aos medalhões locais; nossas peças, exposições, lançamentos não têm uma divulgação compatível para o evento, a não ser de forma mambembe ou pela internet, coisa muito usual nestes dias, porém sem o alcance popular necessário. Ainda é uma pequena fatia para o amplo desenvolvimento da arte local. Quando temos cobertura de algum evento ou divulgação do mesmo, ele é feito ipse liter, como descrevemos no release enviado, afim de num sonho ou num lapso de bom senso termos a divulgação do trabalho. Claro, existem os Heróis da Resistência, que são abnegados, antigos combatentes e os Novos Quixotes que divulgam de forma elegante e prestativa as diversas caras de informação artística em seus meios de comunicação. Observamos que tudo está errado quando... São Paulo consome São Paulo, Rio de Janeiro consome Rio de Janeiro, Pernambuco consome Pernambuco, Bahia consome Bahia, e nós engolimos tudo goela abaixo, sem nos perguntarmos se é bom ou ruim, sem avaliarmos o que de benefício trará para nossa terra, para nossa cultura. Não estamos aqui fechando as portas para ninguém, ou qualquer segmento. Estamos apenas querendo o nosso pedaço do bolo (que por sinal é bem saboroso, tem coco de roda, maracatu, canto coral, poesia, teatro, música, artes plásticas, fotografias, literatura de cordel... É uma delícia de alta qualidade); estamos sugerindo o seguinte: alagoanos abram os olhos para o próprio umbigo e vejam quanto bonito ele o é, apóiem os artistas locais nas mais diversificadas formas culturais. Precisamos unir forças, divulgar nossos parceiros artísticos, prestigiá-los, e principalmente sairmos da imponente morada dos deuses da arrogância para nos juntarmos como formiguinhas, trabalhando em conjunto para alimentarmos nossa rainha, que é a cultura caeté. Para o primeiro momento a proposta é levarmos a toda comunidade alagoana as diversas formas de manifestação artística caeté, através de uma Corrente Cultural, que nada mais é que divulgarmos o trabalho dos outros artistas e sempre que possível prestigiá-los; num segundo momento faremos comentários sobre a atividade para os nossos amigos, através da internet, telefone, cartas e similares... Desta forma estaremos difundindo os artistas alagoanos, aumentando nosso ciclo de amizade e, principalmente, criando público para nossas atividades; um terceiro passo é que quando criarmos projetos, que tentemos fazê-lo de maneira coletiva interagindo os ramos culturais; conhecimento, diversificação, disseminação e concretização, ou seja, Unificar para Massificar, este será o lema; e, finalmente levarmos para a classe estudantil projetos culturais, onde a razão final será de descobrir novos talentos ao mesmo tempo em que divulgaremos nossos artistas... Para com isso a médio ou longo prazo podermos gerar público cativo, e não somente seleto, pois “só amamos aquilo que conhecemos”. Abram o peito e vibrem pela razão de Zumbi – guerreiro, que queria liberdade para pensar e agir, sem grades, sem imposições. Adotemos a razão de sermos antropófagos e que nos alimentemos de cultura alagoana. Para ter uma idéia de nossa riqueza, citaremos alguns nomes de artistas caetés nas mais diversificadas áreas de atuação, se conhecer metade já será um caminho andado, falta apenas conhecer e divulgar 50%. Não estamos falando dos consagrados nacional ou internacionalmente, como Jorge de Lima, Graciliano Ramos, Djavan, Hermento Pascoal, Aurélio Buarque de Holanda, Jofre Soares, Théo Brandão, Jayme de Altavilla... Mostramos apenas alguns contemporâneos... Ábia Marpin, Adélia Magalhães, Almir Lopes, Almir Medeiros, Allan Bastos, Altair Pereira, Altair Roque, Alex Brito, Alfredo Barbosa, André Maurício, Antonio Lopes, Ana Amélia, Anderson Santos, Anilda Leão, Antonio Aurélio de Moraes, Ari Lins Pedrosa, Arlene Miranda ,Arnaldo Camelo, Arriete Vilela, Artur Finizola, Audemário Lins, Basílio Sé, Belkiss Campos, Benedito Ramos, Benilda Guimarães, Beth Miranda, Beto Batera, Beto Brito, Bezerra Neto, Billy Magno, Carlito Lima, Carlos Nealdo, César Rodrigues, Clarisse Barreiros, Carlos Moura, Catarina de Labouré, Celso Brandão, Chico de Assis, Cícero Lino, Cícero Vieira, Cláudia Bulhões, Dácio Messias, David Roberto, Daniel Botijo, Demis Santana, Deyves, Didha Lyra, Diógenes Tenório, Dirceu Lindoso, Divaldo Suruagy, Dona Hilda, Douglas Apratto, Dulce Melo, Edécio Lopes, Edeuvita Lessa, Edilma Bomfim, Edir César, Edson Bezerra, Edílson “Pica Pau” , Edécio Lopes, Edu Passos, Edvaldo Uruba, Eduardo Malta, Élcio de Gusmão, Eliezer Setton, Ely Max, Elissa Maia, Elga Soares, Emanoel Fay, Emanoel Galvão, Emília Crark, Enaura Quixabeira, Everaldo Borges, Ezra Cristina, Fagner Dübrown, Fátima Menezes, Fernando Arruda, Fernando Fiúza, Fernando Marcelo, Fernanda Guimarães, Felipe Reis, Felipe Seixas, Fêlix “Baygon”, Filipe Kaynagua, Flávio Rabelo, Francisco Elpídio, Francisco Malaquias, Fred Correia, Fred Holanda, Frede Mesquita, Gabriela Cosme, Gal Monteiro, Geraldo Benson, Geraldo Câmara, Glauber Xavier, Glauber Teixeira, Gláucio Barbosa, Guilherme Ramos, Guilherme Gomes, Gustavo, Heliomar Gomes, Hélio Pisca, Herbert Torres, Herilio Machado, Herman Torres, Homero Cavalcante, Ibys Maceioh, Isvânia Marques, Ivanildo Rafael, Ivia Alves, Izabel Brandão, Isabelle Rocha, Jan Cláudio, Jandira Torreiro, J.C. do Cordel, João Albrecht, Jeff “Batera”, João Paulo, João de Lima, Jorge Calheiros, José Geraldo Dantas, Joselho Rocha, José Medeiros, Josenildo Gomes, Jucá Santos, Júlio Campos, Júlio Uça, Junior Almeida, Jurandir Bôzo, Lael Correa, Lêdo Ivo, Leonardo Areccipo, Leureny, Lucas Anderson, Lúcia Guiomar,Luciana Fonseca, Luciana Guimarães, Luciano José, Lucy Serralvo, Lincoln Villas-Boas, Lima Neto, Lula Oliveira, Lula Nogueira, Maclém Carneiro, Mania Hora, Marcio Junior, Marcio Moura, Marcius Campelo, Marcondes de Farias Costa, Marcos de Farias Costa, Marcos de Jesus, Marcos Vanderlei, Margarida de Mesquita, Maria da Pureza, Maria Heloisa Melo, Marijôse Albuquerque, Mariquinha, Maristela Pozitano, Marlon Rossi, Marlon Silva, Marilane Miranda, Marluce Maria, Marta Arruda, Max Denis, Maxswel Bastos, Mendonça Neto, Mestre Benon, Mestre Verdilinho, Michele Barsand, Milton Hênio, Miguel Nascimento, Miran Abs, Mira Dantas, Mirna Maracajá, Moura Rocha, Naldinho, Nara Cordeiro, Nardel Guedes, Nelson da Rabeca, Neno Texeira, Norberto Vinhas, Octávio Cabral, Osman, Pablo de Carvalho, Pablo de Luca, Paula Filha, Paulo Poeta, Paulo Renaut, Paulo Vergetti, Pedro Onofre, Petrúcia Camelo, Pierre Chalita, Plínio Marcos, Railton Sarmento, Reinaldo “Rei”, Renan Freire, René Guerra, Roberto Barbosa, Rochinha, Rogério Dias, Ronaldo de Andrade, Ricardo Cabús, Ricardo Guima, Ricardo Lopes, Ricardo Mota, Roberto Diamanso, Roberval Lemos, Robério Alves, Rodrigo Severiano, Ronalso Quirino, Rômulo Melo, Ritta Rocha, Ruth Quintela, Ruy Câmara, Sandro Barros, Sávio de Almeida, Selma Jardim, Sidney Wanderley, Simone Cavalcante, Solange Chalita, Soraya Castro, Sóstenes Lima, Suel, Técio Smith, Telma César, Teomirtes de Barros, Thelo d’Barros, Tiago Correia, Tibério Junior, Tião Marcolino, Tobias Junior, Tobias Medeiros, Toinho Antunes, Tororó do Rojão, Uedison Nomeriano,Vanessa Alencar, Van Silva, Vera Romariz, Vanessa Alencar, Vitor Pirralho, Volney Rebelo, Wado, Wagner Acioly, Washington Oliveira, Wilder Rodrigues, Wilma Araújo, Wilma Miranda, Wilson Miranda, Yara Falcon, Zailton Sarmento, Zé Barros, Zé Márcio,Zé Milton... E tantos outros gênios neste fértil solo intelectual. Um forte abraço e Viva a Villa Caeté! Maceió, 05 de abril de 2008. Eduardo Proffa (Morador da Villa)
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E-mails Recebidos: Caro Eduardo, como se encontra a turma da Villa Caeté, estou enviando um material em anexo para você. Olha, na Rádio Palmares, aos sábados, tem um programa do companheiro Jorge Lins, que esta abrindo espaço para cultura alagoana, posso agendar uma entrevista sua? Atenciosamente... Ari Lins Pedrosa Eduardo, parabéns pela iniciativa! Pode contar comigo. Um abraço. Arriete Vilela Eduardo, que belo texto! Parabéns! E Viva a Villa Caeté com todos nós dentro ´claro’. Enaura Quixabeira Valeu, Eduardo! A todo movimento possível pra fortalecer a nossa cultura, toda a força!! Tem uma coisa- temos o instituto Zumbi dos Palmares, especialmente com a rádio Educativa, que dá toda força possível. Temos um espaço lá que não usamos como deveríamos. Podemos sim, contar com aquela rádio pra difundir nossa arte. Vc sabe disso! Um abraço. Zé Milton. Vamos nessa, Eduardo! Um grande abraço. Yara Falcon Olá, Edu! Muito legal, seu texto! Que ele seja "Utopia como Realidade possível". Forte abraço! "Criatividade só pode ocorrer em clima de liberdade. Presas a esquemas e convenções, as pessoas são monotonamente repetitivas." (Autor esconhecido) Guilherme Ramos. Oi Eduardo, td bem rapaz? Parabéns pelo texto essa galera precisa ser chamada de novo às idéias. Abração. Baygon... Meu caro Eduardo, para se construir a tão sonhada Villa é necessário, primeiro, que se construa um sentimento chamado "amor" pela literatura. Parabenizo vc pela inteligência de transformar as pessoas através da literatura e outras artes... Um abraço Frede Mesquita Oi, Eduardo: Muito bom o texto sobre a Villa dos Caetés! Espero que deixe de ser utopia e se torne realidade. Tudo de bom. Um abraço, Dani Olá Eduardo, parabéns pelo seu manifesto. Abrç, Izabel Brandão Meu querido tudo Bom? Estas produzindo consideravelmente, hein! Parabéns pelo texto. Valeu e bjssssssssssssssssssss Fabiana Marinho Estamos juntos para tornar esse sonho uma realidade! Pode contar comigo, um grande abraço. Viva a Villa Caeté! Lula Oliveira Caro Eduardo Proffa, Parabéns pelo manifesto. Realmente você é um dos poucos que tomam iniciativa em valorizar os artistas locais. Agradeço por incluir meu nome no rol de alguns desses artistas alagoanos. Atenciosamente, David Roberto Eduardo, Seu texto foi publicado no nosso blog. No espírito da propagação da Villa nem te pedi autorização. Dê uma olhada. Grande abraço. Sóstenes Lima Gostei dos seus escritos, bastante lógicos e coerentes e fico feliz em saber que pessoas como você se preocupa com a divulgação da cultura e dos artistas da Vila Caeté. Parabens. Continue escrevendo e publicando. Espero te conhecer pessoalmente. Um abraço. Antonio Lopes Rodrigues Olá, Eduardo Proffa. Estaremos juntos nessa luta prá divulgar Alagoas. Conte com o amigo. Um forte abraço. Ibys Maceioh. Legal, muito legal mesmo, Eduardo, o seu Texto. Concordo com você. Precisamos sim criar uma espécie de liga, nos irmanar para juntos divulgarmos a nós e ao companheiro. Eu, por exemplo, venho muitas vezes trabalhando em minhas aulas, textos meus e de meus conterrâneos. Semana passada discuti um poema do Tainan Costa: Macacos me. Foi muito legal. Também distribui textos de poetas variados com os alunos para análise e discussão como fomentação para produção pelos alunos; adoraram o seu poema: A vida do homem na terra. Saudações, e continuemos antenados. Marlon Silva Utopia nada! Um bom pensamento sempre reflete coisas boas! Obrigado pelo texto! Abraços... Helder Tenório Boa Noite, Eduardo. Tenho gostado muito de receber seus textos, aliás, que textos. Outro dia me deliciei com o que escreveu sobre o manifesto e agora nos presenteia com mais esse. Estou divulgando todos. Abraço. Jacqueliny Martins A ESPIA está muito interessante e “antenada” com o dia a dia do PAÍS, no entanto o que mais me agradou foi o MANIFESTO pró VILLA CAETÉ. Preservar a cultura é viver. Apolônio Neto (Espia: 145) Oi Eduardo! Parabéns pela sua autenticidade alagoana, fico muito contente em perceber o seu mister em divulgar as coisas de nosso rincão, que bom se todos aqueles que têm acesso aos meios de difusão de longo alcance, abraçasse a mesma faina para propalar a cultura de nossa terra. Quero corroborar suas palavras e, fazê-las minhas se você permite-o. É conspícua a sonegação de alguns alagoanos as suas origens, mascarando os nossos costumes e nosso sotaque, esses conterrâneos com jaez de xenófilo o meu desprezo, pessoas de caráter se mantém telúrico assim como você o faz. Um Abraço e muita inspiração literária ao amigo. Zé Carlos. Muito bem amigo. É assim que se constrói algo melhor. Seja bem vindo. Um abraço. Claudio José Melo Vilarins Meus bons divulguem entre os seus... E viva a Villa Caeté! Eduardo Proffa |