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ASSIM CAMINHA A HUMANIDADE – PARTE III Imprimir E-mail

UM FORUM PERMANENTE PARA AÇÕES E POLÍTICAS

As comunidades dos produtores do reino, reunidos em suas preces, puderam sintonizar as suas energias a inteligência comum e se voltaram a analisar as suas técnicas em relação aos efeitos contrários a sua aplicação no desenvolvimento eficaz de suas ações e nos resultados alcançados.  

Observaram em sua autocrítica, que detinham os requisitos necessários ao desenvolvimento de suas ações amparadas em técnica eficiente, mas que estava sendo operacionalizada inadequadamente, para seguir as normas de mando instituídas para atender a interesses mesquinhos do Rei, da corte, seus representantes e aliados políticos, concessões de privilégios de leis, decretos, portarias e normas destinadas a preservação de parasitas internos e externos, como, entre outras:

- A alcatéia de lobos-guarás que sob a alegação de pertencerem à fauna real ocupam vastas áreas plantadas de cana-de-açúcar abocanhando todo o doce do açúcar produzido e que impede que a sociedade desfrute dos seus benefícios;

- As alcatéias de cães-ladrões das comunidades produtoras, responsáveis pelas constantes perdas sofridas pelos ataques as melhores crias e causa da desvalorização das terras que passaram a ser evitadas como ambiente corrompido pelos saques e roubos;

- Das sanguessugas que se apoderam das cotas taxadas recolhidas dos trabalhadores e resultantes da produção, para serem destinadas aos cofres reais pelos repassadores legais ditos comerciantes;

- De bichos-preguiça que em suas vidas, por mais de 20 (anos) se moveram lentamente sem nada produzir que contribuísse eficazmente para a produção do reino, de cria sempre miúda e de baixo ou nenhum valor agregado as rendas do reino;

- Da manutenção na corte de mau exemplo de pato feio cismado de cisne, deformado pelos efeitos ilegais de bebidas alcoólicas, com uma enorme cabeça e mancha preta, sinal característico da prática excessiva dos maus hábitos e costumes;

- De mula que sequer serve para o arado por ser deficiente de entendimento por desordem genética que a desequilibra e impulsiona a morder e desfechar coices sempre que levada a desenvolver qualquer serviço.

Os comunas, então, resolveram transformar os seus descontentamentos e aspirações em propostas de mudanças necessárias a operacionalizar ações concretas respaldadas nas verdadeiras técnicas de pastorar e semear, e até opinar nas práticas de administração e estímulo ao comércio dos bens produzidos, para, com isso, buscar maneiras de reverter as suas situações de permanecerem miseráveis sob as iniciativas daqueles que propagam a disposição de fazer, mas por compromissos espúrios, irresponsabilidade e/ou incompetência gastam o tempo sem dizem pra o que vieram, legando os desastrosos resultados de suas incapacidades aos que trabalham e merecem ser recompensados adequadamente pelos seus serviços.  

Para tanto, instituíram um grande fórum permanente para captar o conhecimento comum e universal, objetivando canalizar as suas técnicas, experiências e as informações adquiridas do meio produtivo, para ações e medidas que proporcionem a recuperação gradual das formas e métodos, e principalmente, das finanças do reino.

José Adilton Alves Santos – Fiscal de Tributos e Cidadão.

16/03/2008

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Atualizado em ( 19-Set-2008 )
 
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