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Candidatos declaram apoio às reivindicações do fisco Mário Agra - “A população tem que votar pelo avanço de Alagoas. Temos 20 dias para mudar esse jogo e se empenhar em construir a Alagoas dos Nossos Sonhos.” Esse foi o alerta dado por Mário Agra, candidato a governador, segunda-feira, dia 13, durante sabatina realizada pelo Sindifisco. O representante do PSOL se comprometeu com os projetos de interesse do fisco e falou sobre o endividamento do Estado e da inércia dos governos anteriores para a resolução de situações caóticas, como a saúde, segurança e a educação. Defendeu a renegociação da dívida pública de Alagoas e uma auditoria nas contas do Estado. Collor - A sequência das sabatinas promovida pelo Sindifisco prosseguiu pela tarde de segunda-feira com o candidato Fernando Collor (PTB), que garantiu, caso seja eleito, ser um aliado da categoria. A questão envolvendo o teto único para os servidores do fisco foi comparada por Collor à PEC 300, que estabelece o salário igual para policiais civis e militares do país. O candidato do PTB defendeu mais investimentos para a área fiscal em Alagoas, para que os trabalhadores desenvolvam suas atividades com responsabilidade e independência política. Ao final da sabatina Collor recebeu um documento com as reivindicações de apoio à PEC 555, 233 e a emenda aditiva 245/07, assumindo o compromisso que a fiscalização terá toda autonomia necessária ao desempenho de suas funções. Brito - Vice na chapa de Ronaldo Lessa (PDT) ao governo do Estado, o petista Joaquim Brito abriu o segundo dia de sabatina promovido pelo Sindifisco-AL. Brito apresentou os principais eixos do programa da Frente Popula e garantiu, em caso de vitória de sua coligação, total autonomia para as ações dos fiscais e pregou o afastamento da ingerência política nas ações da Sefaz. Assegurou também que o Executivo vai fazer todo o esforço possível junto à bancada federal de Alagoas no Congresso Nacional para conseguir aprovação dos projetos que forem do interesse tanto dos servidores quanto do Estado. Deu como garantia a boa relação de que dispõe com a executiva nacional do PT para a “abertura das portas”. Tony Cloves - O segundo dia de sabatina com os candidatos ao governo de Alagoas prosseguiu com a participação do candidato do PCB, Tony Cloves. O foco de seu discurso esteve voltado para os gastos e controle dos cofres públicos. Sobre os investimentos que são feitos no Estado, Clovis afirmou que 50% do Produto Interno Bruto (PIB) ficam em Maceió, os outros 50% sendo divididos com os demais municípios. Piones - Durante sua participação na sabatina, Jeferson Piones criticou a desorganização e a ingerência política na área fiscal que, segundo ele, impede que a fiscalização chegue a todas as fontes de tributos. Defendeu que a Sefaz tenha como secretário um servidor de carreira da própria categoria. “Sem ingerência e com uma fiscalização correta teríamos um incremento de cerca de 30% nos recursos”, destacou. Nonô: Ex-secretário da Fazenda na gestão de Guilherme Palmeira e candidato a vice-governador da “Frente pelo Bem de Alagoas”, José Tomaz Nonô (DEM), encerrou nesta segunda-feira, dia 20, o ciclo de sabatinas promovido pelo Sindifisco com as chapas que disputam o governo do Estado. Na ocasião, Nonô destacou que o Estado vem quebrando recordes de arrecadação devido ao empenho do fisco. Disse que a aprovação do teto único da classe fiscal dependerá do resultado das eleições deste ano. Defendeu a reeleição do governador Téo Vilela ao justificar que Alagoas “retomou a credibilidade e o desenvolvimento” devido ao trabalho da gestão tucana. Mas fez autocrítica à sua coligação, ao apontar “erros” do início da gestão de Vilela e classificar como “sensacionalista” o discurso que identifica como “rombo” os R$ 480 milhões de restos a pagar que teriam sido deixados pelo ex-governador Ronaldo Lessa. |